Há coisas que, ao longo da nossa vida, nos marcam de forma bem vincada.
Umas, pela negativa, e outras pela positiva. Nem sempre pelo seu valor intrínseco global mas pelo efeito gerado de acordo com a nossa sensibilidade e o nosso perfil.
Embora conste na minha lista imaginária um longo manancial de lindas histórias verdadeiras que me marcaram, e outras nem por isso.
Foi todo o percurso a que afirmei durante a minha vida em fazer o meu melhor que sabia, e o que era possível.
Quando assisto a algo que me indigna ou me acontece qualquer coisa que me lesa, sinto uma férrea vontade de “desabafar” com os que considero que tem o dever de me ouvir, Amigos ou, ainda com quem reconheço capacidade para me compreender e com alguma hipótese de poder concorrer para que se assista a algumas correcções.
Hipocrisia, opressora, alguém em quem julgamos de confiança pretende amalgamar, duas partes desiguais, afagando um culposo.
Como diz o ditado, um amigo do meu amigo, é meu amigo, mas um nosso amigo e também amigo de um nosso desavindo, por inteligências de adequação pode incitar discórdias.
Cabe perguntar a quem? Se consegue gerir capazmente os seus sentimentos e a sua sensibilidade se não houve ou não há; razões mais que suficientes para a minha estupefacção!